(Imagem retirada do Google)
*recomenda-se que leia ouvindo a música no link*
Ele sabe dançar. Costumava observá-lo no estúdio da escola enquanto almoçava. Seus movimentos eram precisos, chegavam até a ser graciosos, mesmo ele não dançando um ballet clássico.
Todo o dia à noite eu ia para aquele mesmo estúdio, e muitas vezes enquanto dançava, acabava copiando e transformando seus movimentos. Sempre me deixei levar pelo meu coração e pela música, não há nada melhor do que dançar colocando a minha paixão em cena.
Certa noite, quando a música acabou, ouvi um som de palmas vindo da porta do estúdio e, pelo espelho, pude ver o dançarino adentrar o local, com um sorriso no rosto. Me virei para ele e nossos olhares se encontraram no momento em que a próxima música começava a tocar.
Quase como que instantaneamente, sabia dizer olhando em seus olhos que ele queria dançar comigo tanto quanto eu queria dançar com ele. E então, sem dizer uma palavra, nossas mãos se tocaram e começamos a dançar com tamanha harmonia, paixão, estávamos em perfeita sincronia. Era como se, no mundo só existissem nós três. Eu, ele e a música.
Todo o dia à noite eu ia para aquele mesmo estúdio, e muitas vezes enquanto dançava, acabava copiando e transformando seus movimentos. Sempre me deixei levar pelo meu coração e pela música, não há nada melhor do que dançar colocando a minha paixão em cena.
Certa noite, quando a música acabou, ouvi um som de palmas vindo da porta do estúdio e, pelo espelho, pude ver o dançarino adentrar o local, com um sorriso no rosto. Me virei para ele e nossos olhares se encontraram no momento em que a próxima música começava a tocar.
Quase como que instantaneamente, sabia dizer olhando em seus olhos que ele queria dançar comigo tanto quanto eu queria dançar com ele. E então, sem dizer uma palavra, nossas mãos se tocaram e começamos a dançar com tamanha harmonia, paixão, estávamos em perfeita sincronia. Era como se, no mundo só existissem nós três. Eu, ele e a música.

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